Feliz dia do Administrador de Sistemas!

26 de julho de 2013 No comments

yo! Hoje é a última sexta-feira de Julho, dia mundial do Administrador de Sistemas ou sysadmin para os mais chegados :P

Então se você está lendo isso, lembre-se de comprar um presente para o seu sysadmin, pois sem ele (ou ela) você não conseguiria acessar essa página, nem acessar o twitter ou qualquer outro site favorito.

 

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FreeBSD como guest Xen

11 de julho de 2013 No comments

Freebsd logoyo! Um mini artigo de como configurar o FreeBSD para rodar como guest no Xen. Depois de instalar o FreeBSD e atualizá-lo, baixe o código-fonte e instale o kernel XENHVM:

 

rm -rf /usr/src/*
svn co svn://svn0.us-east.FreeBSD.org/base/releng/9.1 /usr/src/
cd /usr/src
make -j4 buildkernel KERNCONF=XENHVM
make installkernel KERNCONF=XENHVM

Adicione o /boot/loader.conf:

# XEN console support
boot_multicons="YES"
boot_serial="YES"
comconsole_speed=9600
console="comconsole,vidconsole"

Habilite o ttyu0 em /etc/ttys (linha 44). Apenas mude de off para on ficando:

ttyu0   "/usr/libexec/getty std.9600"   dialup  on  secure

Altere o /etc/fstab para refletir os nomes do disco:

sed -i .bak 's/ada/xbd/g' /etc/fstab

Altere o /etc/rc.conf para o nome da placa de rede xn:

sed -i .bak 's/ifconfig_re0/ifconfig_xn0/g' /etc/rc.conf

Desligue a VM com shutdown -p now e altere o arquivo de configuração do xen para usar o driver netfront na placa de rede e o disco com xvda:

vif = [ 'type=netfront, mac=00:16:3e:xx:yy:zz, bridge=xenbr0' ]
disk = [ 'phy:/dev/volumevms/vm1_disk0,xvda,w']

Basta iniciar novamente a VM FreeBSD com os drivers de disco, rede e suporte à console funcionando.

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Nerdica: renomear multiplos arquivos no console

22 de março de 2013 No comments

yo!

Depois de um tempo parado, vamos com um tema novo (ainda em testes :P) e o que importa: conteúdo.

Uma nerdica rápida sobre como renomear arquivos rapidamente no console. Por exemplo, renomear todos os arquivos que tenham JPG em maiúscula para jpg (minúsculo):

 

for file in `ls f*.JPG`; do export s=`echo $file | sed ‘s/JPG/jpg/g’`; mv $file $s; done

Se quiser testar antes de executar, basta trocar o mv em “mv $file $s” para echo, ficando “echo $file $s”.

 

 

 

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Usando o chmod

31 de agosto de 2012 1 comment

Nesse tutorial entenderemos as permissões de arquivos mais usadas. Percebo que a maioria das vezes tenho muita dificuldade com permissionamento de arquivos por ficar com dúvida ou por não lembrar. Mostrarei de forma clara e objetiva o funcionamento das permissões no Linux.

Ao listar um arquivo com o comando:

# ls -l arquivo

Ele mostrará:

Tipo  Dono   Grupo  Outros  Arquivo
 -     ---    ---    ---    arquivo

Onde:

r : Significa permissão de leitura (read);
w : Significa permissão de gravação (write);
x : Significa permissão de execução (execution);
- : Significa permissão desabilitada.

O primeiro dígito determina o tipo de arquivo, os três seguintes a permissão do dono do arquivo, os três do meio a permissão do grupo que o arquivo pertence e os últimos a permissão de outros usuários. A regra para as permissão sempre será:

--- : Nenhuma permissão;
r-- : Permissão de leitura;
r-x : Leitura e execução;
rw- : Leitura e gravação;
rwx : Leitura, gravação e execução.

As permissões para melhor entendimento se tratando das numéricas são:

Permissão   Binário   Decimal
 ---         000       0
 --x         001       1
 -w-         010       2
 -wx         011       3
 r--         100       4
 r-x         101       5
 rw-         110       6
 rwx         111       7
Comando      Número      Permissão     Status
 chmod        000        ----------    Nenhuma
 chmod        400        -r--------    Leitura apenas para o dono
 chmod        444        -r--r--r--    Leitura para o dono, grupo e outros
 chmod        600        -rw-------    Leitura e gravação apenas para o dono
 chmod        620        -rw--w----    Leitura e gravação para o dono, gravação para o grupo
 chmod        640        -rw-r-----    Leitura e gravação para o dono, e leitura para o grupo
 chmod        644        -rw-r--r--    Leitura e execução para o dono, leitura para o grupo e leitura para outros
 chmod        645        -rw-r--r-x    Leitura e gravação para o dono, leitura para o grupo e leitura e execução para outros
 chmod        646        -rw-r--rw-    Leitura e gravação para o dono, leitura para o grupo e leitura e gravação para outros
 chmod        650        -rw-r-x---    Leitura e gravação para o dono e leitura e execução para o grupo
 chmod        660        -rw-rw----    Leitura e gravação para o dono e leitura e gravação para o grupo
 chmod        661        -rw-rw---x    Leitura e gravação para o dono, leitura e gravação para o grupo e execução para outros
 chmod        662        -rw-rw--w-    Leitura e gravação para o dono, leitura e gravação para o grupo e gravação para outros
 chmod        663        -rw-rw--wx    Leitura e gravação para o dono, leitura e gravação para o grupo e leitura e execução para outros
 chmod        664        -rw-rw-r--    Leitura e gravação para o dono, leitura e gravação para o grupo e leitura para outros
 chmod        700        -rwx------    Leitura gravação e execução para o dono e nada para os demais
 chmod        770        -rwxrwx---    Leitura e gravação e execução para o dono, leitura gravação e execução para o grupo e nada para outros
 chmod        777        -rwxrwxrwx    Permissão total para dono, grupo e outros
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Usando o crontab

30 de agosto de 2012 No comments

Crontab é um programa onde são especificados os comandos a serem executados e a hora e dia de execução pelo cron, um programa que executa comandos agendados nos sistemas operacionais do tipo Unix (como o Linux ou o Minix, por exemplo). O cron se encarregará de verificar a hora e determinar se existe ou não algum programa a ser rodado. Caso exista ele o rodará na hora e data solicitada.

Sintaxe:

Dentro do arquivo que se abre após o comando existe uma sintaxe conforme a seguir:

mm hh dd MM ss user script

00 13  *  *  * root /root/exemplo_script

Exemplo de script que roda todos os dias as 13 horas, com usuário root. Agora vamos detalhar mais este comandos.

mm = minutos, informe números de 0 a 59;

hh = hora, informe números de 0 a 23;

dd = dia, informe números de 0 a 31;

MM = mês, informe números de 1 a 12;

ss = dia da semanada, informe números de 0 a 6;

user  =  é o usuário que vai executar o comando (não é necessário especificá-lo se o arquivo do próprio usuário for usado);

script = a tarefa que deve ser executada.

  •  Obs 1: Em dia_da_Semana, 0 refere-se a domingo; e 6, ao sábado. No caso de dia da semana funciona também as três primeiras letras (em inglês) do dia da semana (SUN,MON,TUE,WED,THU,FRI,SAT);
  •  Obs 2: Em qualquer posição pode-se usar o * (asterisco) quando não se importar com o campo em questão;
  •  Obs 3: Pode-se utilizar intervalos nesses campos. O caracter para intervalo é o – (hifen);
  •  Obs 4: Pode-se utilizar lista de valores nesses campos. O caracter para a lista é a , (vírgula);
  •  Obs 5: Qualquer texto colocado após o programa que será executado será considerado comentário e não será interpretado pelo cron.

Seguem alguns exemplos:

Todo dia de hora em hora (hora cheia)

00 * * * * /bin/script

De cinco em cinco minutos todos os dias (note a divisão por 5 do intervalo 00-59)

00-59/5 * * * * /bin/script

Nas seguintes horas: 10, 12, 16, 18, 22 aos 15 minutos da hora

15 10,12,16,18,22 * * * /bin/script

Nos primeiros cinco dias do mês às 19:25

25 19 01-05 * * /bin/script

De segunda a sexta ao meio-dia e a meia-noite

00 00,12 * * 1-5 /bin/script

Script rodar Segunda,Quarta,Sexta às 2 horas

0 2 * * mon,wed,fri /bin/script

Script para rodar Terça,Quinta às 3 horas

0 3 * * tue,thu /bin/script

Script para ser executado minuto a minuto

*/1 * * * * /bin/script

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Happy System Administrator Appreciation Day

27 de julho de 2012 No comments

Hoje é a última sexta-feira de Julho, Dia de Apreciação do Administrador de Sistemas.

Parabéns a todos os sysadmins do nosso planeta que mantém toda essa grande rede conhecida como Internet e seus serviços funcionando.

http://sysadminday.com

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Diablo III no Slackware Linux

14 de junho de 2012 No comments

yo! Depois de anos esperando, finalmente podemos jogar a nova versão do Diablo III e nada melhor que jogar na sua distribuição favorita. Felizmente a versão de desenvolvimento do wine consegue rodar o Diablo III com alguns patches.

Para Slackware existe um pacote do windows prontinho com esses patches para rodar o jogo e agradeço ao Alien[1] por fazê-lo e disponibilizá-lo para quem quiser. Então basta baixar os pacotes wine[2] e wine_gecko[3] e do OpenAL[4] para i386 ou para amd64 aqui[5], aqui[6] e aqui[7]. Depois, se você tiver algum pacote do wine, remova-o e instale os novos pacotes.

Então execute o winecfg e mude a versão do windows para “Windows 7″. Após isso é necessário instalar o as bibliotecas de execução do Visual Studio 2008 no wine e para isso baixe o winetriks[8], de permissão de execução:

chmod +x winetricks

E execute:

./winetricks vcrun2008

Feito tudo isso, você está pronto para entrar no mundo do Santuário e mostrar aos demônios do que você é feito!

____________________

* UPDATE *: em sistema 64 bits, execute o jogo com o comando setarch i386 -3 wine /caminho/para/pasta/Diablo\ III/Diablo\ III\ Launcher.exe.

Isso evita o jogo ficar parado ao receber a lista de personagens quando se faz o login na Battle.net.

____________________

[1]: http://alien.slackbook.org/blog/installing-diablo-3-on-slackware-linux/

[2]: http://www.slackware.com/~alien/slackbuilds/wine/pkg/13.37/wine-1.5.5-i486-1alien.tgz

[3]: http://www.slackware.com/~alien/slackbuilds/wine_gecko/pkg/13.37/wine_gecko-1.5-x86-1alien.tgz

[4]: http://www.slackware.com/~alien/slackbuilds/OpenAL/pkg/13.37/OpenAL-1.13-i486-1alien.tgz

[5]: http://www.slackware.com/~alien/slackbuilds/wine/pkg64/13.37/wine-1.5.5-x86_64-1alien.tgz

[6]: http://www.slackware.com/~alien/slackbuilds/wine_gecko/pkg64/13.37/wine_gecko-1.5-x86-1alien.tgz

[7]: http://www.slackware.com/~alien/slackbuilds/OpenAL/pkg64/13.37/OpenAL-1.13-x86_64-1alien.tgz

[8]: http://winetricks.org/winetricks e https://code.google.com/p/winetricks/

XFCE 4.10 no Slackware 13.37

15 de março de 2012 No comments

yo! Vamos a mais uma dica para o Slackware Linux, a distro que simplesmente funciona.

O xfce padrão do Slackware 13.37 é o 4.6.2 e ele já está um pouco velhinho. Felizmente ficar de olho no fórum[1] do Slackware Linux sempre traz boas dicas e foi lá que achei algumas pessoas que compilaram e disponibilizaram[2] pacotes do xfce 4.10. Eu vou complementar esse novo xfce com alguns pacotes do slackbuilds.org, melhorando o ambiente mas não pense nesse artigo como algo para ter um super xfce completo,  mesmo porque o completo pode significar algo diferente para nós.

Vamos instalar alguns slackbuilds primeiro. Se você já tiver algum instalado, apenas ignore.

sbopkg -i "webcore-fonts gtk-aurora-engine gtk-engines gtk-nodoka-engine equinox murrine tls libnice gst-python farsight2 libmusicbrainz3 dconf gnome-mplayer ORBit2 GConf libtasn1 libatasmart sg3_utils"

Eu tive problemas ao instlar o udisks e upower pelo sbopkg. O problema é com um argumento errado em alguns Makefile e para corrigir isso, basta, como root, entrar no diretório /var/lib/sbopkg/SBo/13.37/system/udisks/ e editar o arquivo udisks.Slackbuild e acrescentar por volta da linha 84 (antes do make):

* UPDATE * : esse problema com o udisks e upower não ocorreu no Slackware 64bits, somente na versão i486.

sed -i s/-nonet//g doc/dbus/Makefile*
sed -i s/-nonet//g doc/man/Makefile*

Desse modo o arquivo udisks.Slackbuild fica assim:

./configure \
  --prefix=/usr \
  --libdir=/usr/lib${LIBDIRSUFFIX} \
  --sysconfdir=/etc \
  --localstatedir=/var \
  --mandir=/usr/man \
  --docdir=/usr/doc/$PRGNAM-$VERSION \
  --build=$ARCH-slackware-linux

sed -i s/-nonet//g doc/dbus/Makefile*
sed -i s/-nonet//g doc/man/Makefile*

make
make install DESTDIR=$PKG

 

Agora é só gerar o pacote e instalar:

wget `grep DOWNLOAD= udisks.info|cut -d= -f2|sed s/\"//g `
./udisks.Slackbuild
installpkg /tmp/udisks-*.t?z

Depois faça a mesma coisa com o upower em /var/lib/sbopkg/SBo/13.37/system/upower.  Após instalar, termine adicionando mais esses pacotes:

sbopkg -i "libdaemon libunique libsoup libproxy libgnome-keyring gnome-keyring avahi gvfs"

Se você tiver o xfce padrão do slackware, será necessário removê-lo antes:

removepkg /var/log/packages/xfce*
removepkg /var/log/packages/thunar*

Agora baixe os pacotes do xfce para i386[3] ou para amd64[4] (não se esqueça do pacote no diretório dep) e então é só instalá-los:

installpkg *.t?z

Por fim, atualize seu .xinitrc executando o xwmconfig.

E tudo pronto! Agora você possui o xfce mais novo.

 

[1]: http://www.linuxquestions.org/questions/slackware-14

[2]: http://www.linuxquestions.org/questions/slackware-14/xfce-4-10-a-937767/page3.html

* UPDATE * : atualizei os links abaixo pois os antigos não existe mais

[3]: http://download.tuxfamily.org/salixbang/depot/i486/13.37/salixbang/xfce/

[4]: http://download.tuxfamily.org/salixbang/depot/x86_64/13.37/salixbang/xfce/

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Slackware64 + multilib + KDE 4.8 + Virtualbox + wine

13 de fevereiro de 2012 2 comments

yo! Nesse artigo vou mostar como usar o Slackware64 “rolling-release”, também conhecido como -current. Como o foco é desktop, vou mostrar com habilitar o suporte à multilib que é necessário para o wine e o virtualbox.

Os nossos passos serão:

– Baixar o mutilib e o kde 4.8.0

– Instalar o Slackware64 13.37

– Atualizar para o -current

– Instalar o multilib

– Instalar o driver de vídeo proprietário no caso de placas da NVIDIA ou AMD

– Instalar o kde 4.8.0

– Compilar e instalar o wine

– Instalar o Virtualbox

 

Passo 1: Baixar o mutilib e o kde 4.8.0

Primeiro vamos baixar o multlib e o kde-4.8.0 e deixá-los num pen-drive ou partição para já instalarmos logo após atualizar para o current:

rsync -av --delete rsync://taper.alienbase.nl/mirrors/alien-kde/4.8.0/x86_64/deps /mnt/alien/kde48/deps/
rsync -av --delete rsync://taper.alienbase.nl/mirrors/alien-kde/4.8.0/x86_64/kde /mnt/alien/kde48/kde/
wget http://taper.alienbase.nl/mirrors/alien-kde/4.8.0/x86_64/kdei/kde-l10n-pt_BR-4.8.0-noarch-1alien.txz
rsync -av --delete rsync://taper.alienbase.nl/mirrors/people/alien/multilib/current /mnt/alien/multilib/

Pronto. Vamos para o próximo passo.

 

Passo 2: Instalar o Slackware64 13.37

Não vou explicar como instalar o Slackware Linux, já espero que você saiba como fazê-lo.

Durante a instalação não é necessário instalar o kde, afinal vamos usar o kde mais novo do alien.

 

Passo 3: Atualizar para o -current

Agora vamos atualizar o novo sistema para a versão -current.

Edite o /etc/slackpkg/mirrors escolhendo um mirror e mudando o 13.37 para current.

Atualize para o current:

slackpkg install-new
slackpkg upgrade-all

Quando o slackpkg perguntar se quer rodar o lilo, diga que sim (Y). Quando ele perguntar sobre o arquivos de configuração novos, respoda que quer sobrescrever.

Reinicie o sistema e depois vamos ao próximo passo.

 

Passo 4:  Instalar o multilib

Monte o pen-drive ou partição aonde salvou o multilib e o kde 4.8:

mkdir /mnt/alien
mount /dev/sdb1 /mnt/alien
cd /mnt/alien/mutilib/current
upgradepkg --reinstall --install-new *.t?z
upgradepkg --reinstall --install-new slackware64-compat32/*-compat32/*.t?z

Pronto. Agora vamos colocar os pacotes do alien na blacklist do slackpkg para evitar que ao atualizar o slackware você sobrescreva os pacotes da glibc e do gcc.

Edite o /etc/slackpkg/slackpkg.conf e adicione no final do arquivo:

# Alien's multilib packages
 [0-9]+alien

 

Passo 5: Instalar o driver proprietário de vídeo

Essa parte é só para quem tem placa de vídeo da NVIDIA ou AMD e quer usar o driver proprietário. Não vou explicar como executar o procedimento em si (entrar no site do fabricante, baixar o driver e executar a instalação), mas deixarei registrado a pós-instalação.

Contudo, antes um detalhe importante: é necessário instalado o mutilib antes do driver de vídeo, assim ele detecta que o sistema suporta 32bits e já instala as bibliotecas 32bits junto com as 64bits.

Após a instalação do driver, adicione o driver opensource na blacklist:

Para placas AMD:
echo "radeon" >> /etc/modprobe.d/blacklist.conf
Para placas ATI:
echo "nouveau" >> /etc/modprobe.d/blacklist.conf

Isso é imporante pois o driver opensource “conflita” com o driver proprietário e coisas estranhas acontecem se os dois estiverem carregados.

E depois configure o xorg, bastando criar o arquivo /etc/X11/xorg.conf.d/50-device.conf:

Section "Device"
   driver "fglrx"
EndSection

Passo 6: Instalar o kde 4.8.0

Para instalar o kde, você tem 2 opções:

1. Pode instalar tudo com upgradepkg –reinstall –install-new kde/*t?z

2. Pode instalar só o que precisa, então entre no diretório do kde e execute pkgtool. Ele irá mostrar o pacote com sua descrição e então você escolhe quer instalar ou não. Lembre-se se instalar o pacotes importante do kde (kde-*, kdeadmin*, kdeartwork*, kdegraphics*, kdelibs*, kdemultimedia*, kdenetwork*, kdepim* kdeplasma*, ark*, kcalc*, kcolor*, konsole*, ksecrets*, kwallet*, kwebkitpart*, lib*, marble*,  okular*, oxygen*, perl*, polkit*, pykde*, qtruby*)

cd /mnt/alien/kde48
upgradepkg --reinstall --install-new deps/*.t?z

Procure por novos arquivos de configuração: slackpkg new-config

Instale o pacote de idioma: installpkg kde-l10n-pt_BR-4.8.0-noarch-1alien.txz

Pronto. Reinicie o computador.

 

Passo 7: Compilar e instalar o wine

O wine não funciona bem em 64bits, pelo menos por enquanto e por isso precisamos do multilib (sem contar outros programas como o skype).

Um detalhe importante é que você pode instalar as dependências somente em 32bits. No meu caso eu instalo o pacote 64bits e refaço o pacote 32bits para só possuir a libs e os binários. Logo abaixo mostrei as duas opções.

Vamos precisar e instalar dos slackbuilds (na ordem): OpenAL, fontforge, webcore-fonts, prelink e wine. Desses só o webcore-fonts é que pode ser instado 64bits já que ele não depende de arquitetura.

sbopkg -i webcore-fonts

Para instalar os slackbuilds 32bits são necessários dois passos: o primeiro é rodar o script 32dev.sh do Alien que serve para preparar o ambiente e o segundo é alterar a variável LIBDIRSUFFIX do arquivo pacote.Slackbuild. Também vamos alterar o OUPUT para gerar o pacote num diretório especifico ao invés do padrão que é o /tmp. Irei mostrar para como fazer isso para um dos pacotes e cabe a você fazer nos outros.

O pacote será o OpenAL

Edite o OpenAL.Slackbuild e altere:

de: OUTPUT=${OUTPUT:-/tmp}
para: OUTPUT=${OUTPUT:-/home/slackbuilds32}

e em outra linha

de: elif [ "$ARCH" = "x86_64" ]; then
 SLKCFLAGS="-O2 -fPIC"
 LIBDIRSUFFIX="64"

 para:
 elif [ "$ARCH" = "x86_64" ]; then
 SLKCFLAGS="-O2 -fPIC"
 LIBDIRSUFFIX=""

Lembre-se de criar o diretório /home/slackbuilds32

Prepare o ambiente para compilação 32bits:

. /etc/profile.d/32dev.sh

(sim, o . antes faz parte do comando)

Compile o slackbuild:

./OpenAL.Slackbuild

Tudo pronto. Agora é que tem a diferença que comentei no ínicio dessa parte.

Se você quiser ter apenas a versão 32bits, então basta instalar o pacote com o comando installpkg /home/slackbuilds32/OpenAL*.t?z

Se você quiser ter o pacote 64bits e as libs e binários do mesmo em 32bits, então vamos modificar o pacote 32bits para só instalar as libs e os binários. Para isso:

cd /home/slackbuilds32
tar xvf OpenAL*.t?z

Irão surgir os diretórios aonde o pacote instala seus arquivos, que geralmente são install, usr e etc. Precisamos apagar o etc, usr/doc, usr/man, usr/share/ usr/include e quaisquer outros diretórios que sejam independente de arquitetura.

Depois movemos os binários para um outro diretório:

mkdir usr/bin/32
mv usr/bin/{arquivos} usr/bin/32/
mv usr/sbin/* usr/bin/32/
NOTA: {arquivos} são os binários do programa. Mova-os para do diretório usr/bin para usr/bin/32

Agora refazer o pacote:

tar czf OpenAL-1.13-x86_64-lib32-1.tgz install usr

Agora basta instalar o pacote.

Precisamos instalar a versão 64bits do mesmo programa, para ter os arquivos 64bits e os independente de arquitetura que removemos do pacote 32bits. Para isso, você precisa abrir um outro terminar, já que o atual está modificação para compilação de programas em 32bits. No novo terminar basta instalar o pacote:

sbopkg -i OpenAL

Agora é só repetir os passos com os outros programas.

 

Passo 8: Instalar o Virtualbox

Baixe o Virtualbox de www.virtualbox.org. Por exemplo:

wget http://download.virtualbox.org/virtualbox/4.1.8/VirtualBox-4.1.8-75467-Linux_amd64.run
chmod +x VirtualBox-4.1.8-75467-Linux_amd64.run

entre como root e instale-o com

./VirtualBox-4.1.8-75467-Linux_amd64.run

Para instalar o extension pack e ter suporte à usb, rdp e etc., baixe o extpack e instale

http://download.virtualbox.org/virtualbox/4.1.8/Oracle_VM_VirtualBox_Extension_Pack-4.1.8-75467.vbox-extpack

Por fim, adicione seu usuário no grupo vboxusers:

gpasswd -a seu_usuário vboxusers

 

Tudo pronto! E por fim, seguem algumas dicas:

–  montar pen-drives com ntfs não tem permissão de escrita porque é usado o driver ntfs do kernel ao invés do ntfs-3g. Para corrigir isso faça com root:

 cd /sbin; ln -s mount.ntfs-3g mount.ntfs

Referência: http://www.linuxquestions.org/questions/showthread.php?p=4441319

– configurar o teclado em pt-br:

Crie o arquivo /etc/X11/xorg.conf.d/10-keyboard.conf:

Section "InputClass"
        Identifier "mykeyboard"
        MatchIsKeyboard "on"
        Option "XkbLayout" "br"
        Option "XkbOptions" "terminate:ctrl_alt_bksp"
EndSection

Referências:

http://alien.slackbook.org/dokuwiki/doku.php?id=slackware:multilib

http://taper.alienbase.nl/mirrors/alien-kde/4.8.0/

http://alien.slackbook.org/blog/

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Como a crise econômica afetou os Super-Herois

17 de setembro de 2011 No comments

Ano de 2008, as bolsas de valores de todo o mundo cairam, paises ricos estava ficando cada vez mais pobres, e … os super-heróis ainda usavam suas espalhafatosas cuecas (calçola no caso da Mulher-Maravilha) por cima das calças. 3 anos se passaram e a crise afetou até nossos queridos heróis encapusados.

Pensando nisso, o fotógrafo Gregg Segal fez um ensaio mostrando como seria se os super-heróis tivessem que fazer suas tarefas domésticas sozinhos.

Leia mais…

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