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Posts Tagged ‘Slackware’

Nerdicas 4 – terminal incrementado

abril 28th, 2010 No comments

Todo mundo usa algum software emulador de terminal, como o xterm de vez em sempre. Existe uma maneira de se fazer um emulador de terminal totalmente style usando 2 aplicativos que seriam originalmente usados para gerar protetores de tela no Linux. Um deles é um emulador de apple2 (sim aquele computador de 8 bits da era de ouro).

O outro é um emulador de monitores de fosforo verde. Estes dois softs permitem fazer terminais de digitacao com cara de terminais antigos…

O do apple chega a emular fantasmas e chuviscos na tela.. e até “aberracao cromatica” causada por usar TVs coloridas antigas como monitor.

O outro software emula um monitor de fósforo verde daqueles que deixam rastro na tela.. é muito bonito o resultado e pode combinar com aqueles desktops que tem temas Matrix perfeitamente.

Para executar esses programas use as seguintes linhas de comando:/usr/libexec/xscreensaver/apple2 -fast -mode text -program "/bin/sh"

/usr/libexec/xscreensaver/apple2 -fast -mode text -program "/bin/bash"

E para o outro:

/usr/libexec/xscreensaver/phosphor -delay 0 -scale 5 -program "/bin/sh"

/usr/libexec/xscreensaver/phosphor -delay 1 -scale 3 -program "/bin/bash"

Se você quiser fazer algo ainda mais estranho, pode usar o wine para emular um DOS colocando como programa o seguinte comando: wine cmd

Se o Seu linux nao é um Slackware o caminho dos executáveis pode ser outro. Com o comando locate apple2 e o comando locate phosphor vicê irá encontrar os programas. Caso eles não estejam disponíveis no seu sistema, instale o pacote xscreensaver…

Nerdicas 3 – sim o VIM

abril 27th, 2010 No comments

O vim é um editor de textos muito usado no Linux e que possui recursos ocultos e poderosos, vejamos algumas dicas desse fantástico editor:

Esquema de cores no VIM

É possível mudar o esquema de cores do vim. Vou aproveitar para ilustrar o recurso de autocomplete dele.

digite em modo iterativo:

:color

Tecle tab que ele vai completar para você:

:colorscheme

De um espaço e tecle novamente tab, uma, duas, três vezes… Cada vez que você teclar o vim vai mostrar uma opcao disponivel para o comando colorscheme. Eu escolho a opção blue. Ficou jóia (lembra o mcedit, tudo azul).

Para fazer o vim carregar esta opção logo no iniciar automaticamente, basta colocar logo no inicio do arquivo ~/.vimrc :

colorscheme blue

Mapear teclas no VIM

Já que estamos falando de configurações pessoais, no vim existe como mapear teclas, como por exemplo as teclas de <F1> a <F10>. Eu mapeei a

tecla <F10> para compilar o projeto e executa-lo assim:

:map <F10> :!make clean && make && ../projeto<CR>

Veja que <CR> representa um enter, é como se eu digitasse manualmente:

:!make clean && make && ../projeto

Sendo que o projeto é o nome do meu binário.

Claro que se eu adicionar esta linha no meu ~/.vimrc ele vai fazer

esse mapeamento ficar “permanente”, pois normalmente o vim perde os

mapeamentos quando se sai dele.

Testem o vim, percam uns minutinhos diários nisso. Usem essas dicas para brincar com ele, o inicio é duro, mas vocês irão se pegar perguntando porque não usavam esse editor antes.

Nerdicas 2 – quando o terminal fica louco

abril 26th, 2010 No comments

As vezes o teminal fica louco quando a gente dá um cat em um arquivo binário o terminal, ele fica louco e os caracteres ficam todos estranhos e ilegíveis. Normalmente o comando reset resolve e o terminal volta ao normal. Novatos teriam medo de digitar reset, mas este comando não “reseta” o computador, apenas acerta terminal.

Mas tem uma doideira de terminal que é muito chata e o comando reset não acerta. Quando você maximiza um terminal ou altera seu tamanho as vezes ao se digitar uma linha muito comprida ela fica “encavalada” em cima da linha anterior. Neste caso use o comando: resize que o terminal deve aprender a lidar com as novas dimensões da janela.

Voltando ao cat que faz aparecer caracteres que “ferram tudo”. Não utilize cat para exibir arquivos binários na tela. Use o comando strings, ele filtra os caracteres arruaceiros que zoam o terminal.

Nerdicas 1 – Números aleatórios e Grep

abril 25th, 2010 No comments

Números Aleatórios

Para gerar um numero entre 1 a 10:

seq 1 10 |shuf| head -n1

GREP e EGREP

O comando grep, como muitos sabem, serve para encontrar palavras dentro de arquivos texto.

O egrep permite pesquisar coisas com regex mais complicadas. Um exemplo prático para listar somente as linhas úteis de um arquivo de configuração do squid:

 egrep -v "^#|^$" squid.conf

O parâmetro -v faz o egrep listar tudo menos a expressão regex, ou seja é como se falássemos para o egrep listar tudo menos o regex. A

expressão ^# significa toda linha que iniciar ‘^’ com cerquilha ‘#’.

O pipe ‘|’ é um OU lógico e o cifrão ‘$’ significa fim da linha.

Ou seja uma linha que não tem nada entre o inicio ‘^’e o fim da linha ‘$’ é representado dessa forma: ^$.

Portanto este regex vai fazer o egrep NÃO listar todas as linhas com comentário (iniciadas com #) e linhas em branco.

Cores no GREP

Para fazer o grep destacar com cores o que ele encontrar use:

alias grep="grep --colour=auto"

Pode-se colocar isso no .bashrc

Nerdicas 0 – Dando férias para o cursor do mouse

abril 24th, 2010 No comments

O cursor do mouse pode incomodar quando estamos assistindo um vídeo com aquela placa de vídeo esterfosa com saída para TV ou quando estamos digitando algo ele fica as vezes lá paradão tapando a visão.

Existe um programa que serve para esconder o cursor do mouse chamado unclutter.
Ele esconde caso fiquemos sem movimentar um tempo em segundos. Ou esconde caso digitemos algo.

Basta pega-lo no google buscando pelo nome: unclutter linux

Para esconder o cursor dou mouse caso em 1 segundo ele não seja movimentado use o comando:

# unclutter -grab -idle 1 &

Para esconder caso estejamos teclando algo:

# unclutter -grab  -keystroke &

Coloque este comando no seu arquivo ~/.xinitrc junto com a chamada para carregar o kde ou o seu outro ambiente gráfico preferencial.

Fazendo 339 módulos de captura de vídeo funcionarem no Slackware 13.

abril 24th, 2010 No comments

Eu tive muita dificuldade em fazer a placa PixelView PlayTV MPEG 8000GT funcionar, mas esta dica vale  provavelmente para todas as placas de captura de vídeo compatíveis com Linux.

Esta solução foi executada no Slackware Linux 13, mas deve funcionar em qualquer Linux com compilador instalado.

Quando eu tentei carregar os módulos da placa PixelView , o kernel que vem no slackware apresentou vários erros no log. O modo de reparar isto é compilar os modulos do projeto v4l-dvb.

Para se fazer isto siga os seguintes comandos:

# wget http://linuxtv.org/hg/v4l-dvb/archive/tip.tar.bz2
# tar xvf tip.tar.bz2# cd v4l-dvb-*
# make && make install

Também é necessário em algumas placas que a BIOS seja extraida a partir de um driver do windows e copiada para o diretório: /lib/firmware .

Para saber se sua placa precisa de um firmware fique de olho nos logs em /var/log/messages. Se no momento em que o driver for carregado aparecer uma mensagem dizendo que o firmware não foi encontrado é porque precisa-se gera-lo. O nome desse arquivo irá aparecer no log.

Fique de olho na documentação do diretório /usr/src/linux/Documentation/video4linux/ lá existem instruções específicas para cada chipset.

No caso da pixelView pode-se conseguir a bios com os seguintes comandos:

# cd /usr/src/linux/Documentation/video4linux/
# wget http://www.steventoth.net/linux/xc5000/HVR-12x0-14x0-17x0_1_25_25271_WHQL.zip # unzip -j HVR-12x0-14x0-17x0_1_25_25271_WHQL.zip Driver85/hcw85bda.sys
# chmod +x ./extract_xc3028.pl
# ./extract_xc3028.pl
# cp xc3028-v27.fw /lib/firmware

Pronto, não precisa ficar setando nenhum parâmetro em /etc/modules.d e nem nada disso. A placa normamlemte vai funcionar depois de reiniciar o Linux. Para assistir TV vocÊ pode utilizar o xawtv ou o vlc ou o mplayer ou qualquer programa que você preferir e que tenha suporte a v4l.

Um teste simples de funcionamento pode ser feito assim:

# mplayer tv://12 -tv norm=pal-m:chanlist=us-bcast

Onde 12 é o canal 12

Este procedimento instala 339 drivers de placas de captura, portanto é uma dica que provavelmente fará funcionar qualquer placa de captura (compativel).

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Um desktop Linux fácil e simples com Slackware

fevereiro 18th, 2010 1 comment

yo!

Muitas pessoas que testam alguma distribuição linux, normalmente optam pelas ditas mais fáceis como o Ubuntu e seus derivados, Fedora, OpenSUSE, Mandriva e outras. O Slackware tem fama de ser díficil ou só recomendado para usuários mais experientes. Nesse artigo irei mostrar como é simples ter um desktop leve e simples usando Slackware Linux 13.0.

O computador usado é um Celeron D 1.8GHz com 1Gb RAM e disco IDE de 80Gb. Som, vídeo e rede são on-board com chipset VIA. O particionamento do disco fica:

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De volta ao Slackware

janeiro 21st, 2010 No comments

yo!

Depois de usar o Fedora 12 por alguns dias, voltei para o Slackware. Talvez se tivesse instalado o GNOME no lugar do KDE, eu ainda estaria usando o Fedora, mas diversos “probleminhas” na minha instalação surgiram e eu não estava afim de resolver todos eles. Então estou de volta ao bom e velho “because it works” Slackware Linux.

Agora vou abordar um pouco do Slackware Linux versão 13.0 no meu notebook e também vou falar sobre minhas experiências com ext4, e sobre a novíssima opção make localmodconfig do kernel do Linux.

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Temas de Programas GTK no Slackware – Parte 2

dezembro 11th, 2009 No comments

yo!

Mais um dica sobre aparência de programas gtk em outros ambientes e essa é sobre um outro detalhe que ficou faltando. No primeiro post eu falei sobre os temas, mas você deve ter percebido que os ícones, configurações de fontes, textos na barra de ferramentas e outros detalhes ainda não estão legais. Para resolver isso é bem simples, inicie o xfce-mcs-manager e pronto! É simples mesmo, abra um terminal e digita xfce-mcs-manager.

Como estou usando o fluxbox, adicionei no arquivo ~/.fluxbox/startup o xfce-mcs-manager para carregar automaticamente:

xfce-mcs-manager &

Salvei e fiquei feliz =P. Agora as caixas de diálogo gtk do firefox, o Thunar e outros programas estão “dentro do esquema”.

UPDATE 0: se você está usando slackware 13.0, no lugar de xfce-mcs-manager use o xfsettingsd
UPDATE 1: essa configuração funciona para qualquer ambiente, incluindo o KDE. A única diferença está em colocar o daemon do xfce na inicialização.

t+

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Temas de Programas GTK no Slackware

dezembro 9th, 2009 No comments

Slackware Logo

yo!

Estou usando fluxbox no computador do meu trabalho e alguns programas feito em gtk apareciam com um visual bem feio, então vou dar a dica de aplicar os temas gtk nos programas, mesmo fora do xfce.

Basta editar, ou criar caso não exista, o arquivo .gtkrc-2.0 no seu diretório HOME e adicionar nele o caminho para o tema de sua preferência. Por exemplo, o meu arquivo ~/.gtkrc-2.0 contém:

include "/usr/share/themes/Xfce/gtk-2.0/gtkrc"

Depois é só abrir qualquer programa gtk que o visual já o do tema escolhido. Isso também pode ser feito via modo gráfico, utilizando um programa chamado gtk-chtheme ou algum outro que faça a alteração do arquivo conforme mencionei acima. O gtk-chtheme é bem simples de instalar e mais fácil ainda de usar, então mãos à obra!

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